Fronteiras da Fala/Bala: geografia do universo ficcional de Cidade de Deus

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Fronteiras da Fala/Bala: geografia do universo ficcional de Cidade de Deus

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Title: Fronteiras da Fala/Bala: geografia do universo ficcional de Cidade de Deus
Author: Joana Pinto Wildhagen
Orientador: Marli de Oliveira Fantini Scarpelli
Banca:
Presidente: Ana Maria Clark Peres
Membro: Benjamin Abdala Júnior; Marcos Antonio Alexandre
Suplente: Eduardo de Assis Duarte
Subject: Cidade de Deus (Filme).; Cinema e literatura Teses.; Violencia Brasil Teses.; Favelas Brasil. Teses.; Rap (Música) Teses.; Violencia na literatura Teses.; Adaptações para o cinema Teses.
Palavra-chave: Cidade de Deus; conceitos freudianos; estética da violência; mercadorização da violência.
Date: 05-07-2007
Publisher: UFMG
Abstract: Este trabalho propõe uma análise do romance Cidade de Deus, livro de estréia de Paulo Lins, autor carioca, negro, ex-habitante do Conjunto Habitacional Cidade de Deus. Analisamos, comparativamente, o romance e o filme homônimo, dirigido por Fernando Meirelles. O roteiro do filme foi baseado no livro de Paulo Lins. Detivemos-nos no conceito de "estética da violência" e "mercadorização da violência", termos oriundos de polêmicas travadas por críticos brasileiros diante do impacto dessa e de outras produções literárias e cinematográficas contemporâneas. Nesse contexto, o estudo intersemiótico entre a literatura e o cinema no Brasil nos permite contemplar a questão da violência tanto em nível temático, quanto em nível estrutural.Para formular um estudo das representações violentas no corpus estudado, usamos como suporte alguns conceitos freudianos como "trauma", "retorno do recalcado" e "estranho", além do esboço de uma teoria sobre o testemunho no pós-Shoah.A estética da malandragem foi trabalhada enquanto aspecto sócio-cultural brasileiro para enfocar o corpus da dissertação, a partir da crítica cultural de João César Rocha. Percorremos um caminho que parte da teoria dialética malandra, proposta por Antonio Candido, passando pela crítica sociológica de Sérgio Buarque de Holanda, até chegar a Roberto da Matta e , enfim, aos críticos mais contemporâneos. Também contrapusemos as diferentes vozes narrativas que emergem do livro e do filme abordados neste trabalho.
URI: http://hdl.handle.net/1843/ECAP-74XF4D

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