Sintonias entre as artes: a figura do fauno da Antiguidade para a Modernidade em L'Après-midi d'un faune, via Mallarmé, Manet e Nijinsky

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Sintonias entre as artes: a figura do fauno da Antiguidade para a Modernidade em L'Après-midi d'un faune, via Mallarmé, Manet e Nijinsky

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Title: Sintonias entre as artes: a figura do fauno da Antiguidade para a Modernidade em L'Après-midi d'un faune, via Mallarmé, Manet e Nijinsky
Author: Roberta Kelly Paiva
Orientador: Marcia Maria Valle Arbex
Banca:
Presidente: Thais Flores Nogueira Diniz
Membro: Tereza Virginia R Barbosa; Celina Maria Moreira de Mello
Subject: Mallarmé, Stéphane, 1842-1898. L'Après-midi d'un faune Crítica e interpretação Teses.; Manet, Édouard, 1832-1883 Crítica e interpretação Teses.; Nijinsky, Vaslav, 1890-1950. L'Après-midi d'un faune Crítica e interpretação Teses.; Arte e literatura Teses.; Literatura Estética Teses.; Grotesco na literatura Teses.; Mitologia na literatura Teses.; Poesia francesa Séc. XIX História e crítica Teses.; Simbolismo (Literatura) Teses.; Pintura francesa Séc. XIX Teses.
Palavra-chave: Fauno; Interartes; Mallarmé
Date: 19-11-2010
Publisher: UFMG
Abstract: Esta dissertação possui duplo intento. Por um lado, ambiciona tocar o complexo universo poético de Stéphane Mallarmé por uma de suas mais refinadas composições, porém menos estudadas pela crítica contemporânea brasileira: L'Après-midi d'un faune (1876). Por outro lado, visa discutir as inter-relações (ou 'sintonias') que podem ser percebidas entre a referida obra do escritor francês e os desenhos de Édouard Manet elaborados para ilustrá-la, bem como a peça coreográfica criada por Vaslav Nijinsky (1912) acerca da mesma temática do poema mallarmaico, a qual inclusive toma-lhe emprestado o título. E, na medida em que a mitologia dos gregos e romanos antigos constitui uma fonte de inspiração decisiva para todas essas obras, ela é abordada neste trabalho quanto à sua parte menos honrosa, a de seres secundários cuja representação beira o grotesco e o monstruoso, e da qual sobrevive a intrigante figura de um fauno que, sob a aparência de músico, dançarino, pintor ou poeta, vem caçar suas ninfas em plena modernidade. Assim, problematizando tanto o diálogo entre as artes - notadamente entre a poesia e as artes visuais - quanto aquele que pode ser estabelecido entre Antigüidade e Modernidade, passando não só por uma estética do 'belo' mas, sobretudo, por uma estética do 'feio', esta dissertação não encerra mais que um fim analítico de cada peça em particular e comparativo em sua essência.
URI: http://hdl.handle.net/1843/ECAP-8BFMDM

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