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Efeito do tratamento com selênio orgânico, vitamina E e aminoguanidina na alergia alimentar induzida em camundongos
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Title:
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Efeito do tratamento com selênio orgânico, vitamina E e aminoguanidina na alergia alimentar induzida em camundongos
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Author:
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Maria Leticia Costa Reis
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Orientador:
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Denise Carmona Cara Machado
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Co-orientador:
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Jacques Robert Nicoli
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Banca:
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| Presidente: |
Denise Carmona Cara Machado
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| Co-orientador: |
Jacques Robert Nicoli
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| Membro: |
Wagner Luiz Tafuri; Danielle da Gloria de Souza
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Subject:
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Dissertações acadêmicas DeCS; Hipersensibilidade alimentar/terapia DeCS; Selênio/administração & dosagem DeCS; Vitamina E/administração & dosagem DeCS; Guanidina/administração & dosagem DeCS; Imunoglobulina E DeCS; Ovalbumina DeCS; Dissertação da Faculdade de Medicina. UFMG; Alergia a alimentos Teses.
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Palavra-chave:
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Alergia alimentar; Tratamento; Selênio orgânico
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Date:
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02-02-2007 |
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Publisher:
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UFMG
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Abstract:
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A incidência de doenças alérgicas tem aumentado tanto em países desenvolvidos como em desenvolvimento. A alergia alimentar é uma reação de hipersensibilidade imediata mediada por IgE que ocorre após a ingestão de determinados alimentos por indivíduos previamente sensibilizados. Nosso grupo de pesquisa desenvolveu um modelo animal para o estudo da alergia alimentar à ovalbumina. Neste modelo, os camundongos são sensibilizados com ovalbumina (OVA) e desafiados com uma solução de clara de ovo a 20% (SCO). Um dos sintomas apresentados pelos camundongos BALB/c no nosso modelo de alergia alimentar é a perda de peso corpóreo após o desafio oral que persiste enquanto durar a ingestão do antígeno. Este emagrecimento não foi associado a um menor consumo líquido, nem a um menor consumo de ração. Macrófagos provenientes dos animais alérgicos produzem mais óxido nítrico que os animais normais. Foi observado também que animais alérgicos apresentam maior infiltrado eosinofílico no intestino delgado. No presente trabalho foi demonstrado que os animais alérgicos, que foram suplementados com selênio orgânico, vitamina E e todas as suplementações juntas, perderam peso corpóreo na primeira semana de desafio oral. A partir da segunda semana de desafio, esses animais recuperaram o peso corpóreo, sendo a recuperação do grupo suplementado com vitamina E, a mais expressiva. Além disso, os animais alérgicos expressaram mais iNOS no intestino, e quando foram suplementados com vitamina E a expressão dessa enzima foi semelhante à dos animais controles. Os animais alérgicos apresentaram um grande infiltrado de eosinófilos no intestino delgado e a vitamina E teve participação na diminuição do infiltrado. Esses resultados demonstram que a vitamina E apresenta efeitos positivos na alergia alimentar experimental. Os mecanismos pelos quais ela age devem ser investigados. 14 |
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URI:
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http://hdl.handle.net/1843/ECJS-72DP7H
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