Resultados intra e pós-operatórios imediatos do tratamento domegaesôfago não avançado pela técnica de pinotti modificada,por via laparoscópica: estudo prospectivo em 100 pacientes

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Resultados intra e pós-operatórios imediatos do tratamento domegaesôfago não avançado pela técnica de pinotti modificada,por via laparoscópica: estudo prospectivo em 100 pacientes

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Title: Resultados intra e pós-operatórios imediatos do tratamento domegaesôfago não avançado pela técnica de pinotti modificada,por via laparoscópica: estudo prospectivo em 100 pacientes
Author: Sergio Alexandre da Conceicao
Orientador: Paulo Roberto Savassi Rocha
Banca:
Presidente: Paulo Roberto Savassi Rocha
Membro: Edvaldo Fahel; Augusto Diogo Filho; Alberto Julius Alves Wainstein; Marco Tulio Costa Diniz
Subject: Cirurgia Teses.; Tese da Faculdade de Medicina UFMG; Acalásia esofágica/cirurgia DeCS; Laparoscopia/métodos DeCS; Complicações intra-operatórias DeCS; Resultado de tratamento DeCS; Doença de Chagas/cirurgia DeCS; Estudos prospectivos DeCS; Transtornos da deglutição DeCS; Morbidade DeCS; Tempo de internação DeCS; Acalásia esôfagica/história DeCS; Dissertações acadêmicas DeCS
Palavra-chave: Esofagocardiomiotomia; Megaesôfago; Técnica de Pinotti.
Date: 02-03-2007
Publisher: UFMG
Abstract: Este estudo tem por objetivo avaliar os resultados da esofagocardiomiotomia extramucosa com fundoplicatura ântero-lateral esquerda (operação de Pinotti modificada) no tratamento do megaesôfago não avançado pelo acesso laparoscópico. No período de 1994 a 2004, foram estudados prospectivamente 100 pacientes consecutivos operados no Instituto Alfa de Gastroenterologia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais. Desses, 52 eram mulheres e 48 homens, com idade variando de 11 a 79 anos e média de 45,6 ± 18,2 anos. Foram 42 indivíduos leucodérmicos, 40faiodérmicos e 18 melanodérmicos. À exceção de um, os demais apresentavam disfagia, cuja evolução variava de três meses a cinco anos ou mais. Outros sinais e sintomas incluíram regurgitação, emagrecimento, dor torácica, odinofagia e alterações respiratórias. Todos foram submetidos a um ou mais testes para pesquisa de doença de Chagas, confirmando a tripanosomíase na metade dos casos. Submeteram-se também a esofagograma e endoscopia digestiva alta no período pré-operatório. Foram analisados o tempo operatório, as complicações intra e pós-operatórias imediatas, a possibilidade de associação de procedimento e as causas de conversões. O tempo operatório variou de 100,0 a 360,0 minutos, dependendo da ocorrência de operações associadas, complicações intraoperatórias, conversões, presenças de laparotomias e de dilatações prévias, com média de 196,6 minutos para os casos sem fatores complicadores. Ocorreramtrês conversões, sendo duas por problemas com a aparelhagem e a outra devido a múltiplas aderências, que dificultaram o acesso seguro. A principal complicação intra-operatória foi perfuração da mucosa, que ocorreu em 11 casos, todos prontamente corrigidos no mesmo ato operatório, pela mesma via de acesso. Somente uma paciente evoluiu para o óbito, por problemas cardíacos não relacionados diretamente à técnica utilizada. A dieta geralmente foi liberada no primeiro dia de pós-operatório e o paciente recebeu alta até o terceiro dia de pósoperatório em 88,0% dos casos. Concluiu-se que a técnica de Pinotti modificada é factível de ser realizada pela via laparoscópica com segurança e baixas morbidade e mortalidade.
URI: http://hdl.handle.net/1843/ECJS-757NQV

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